O que não lhe contaram sobre Che Guevara!

Para os jovens e inocentes que pensam que ele foi um herói, ouçam suas falas e vejam este relato de algumas das atrocidades cometidas, entre elas, exportar o sangue das pessoas fusiladas por 50 dólares o litro. Como tudo na vida, as coisas evoluem, e não necessariamente para o bem, seguindo o “raciocínio revolucionário”(genocídio) de Lênin, Stalin, Hitler e Mao, Chê aprimorou as maldades dos seus ídolos, revertendo em lucro, os cadáveres que produzia em grande escala.

É comum ver o rosto de Che Guevara em camisas por aí e há até quem estufe o peito para exibi-las. Em 2004, a aparência de dor e determinação ganhou um aliado: o filme Diário de Motocicleta, que levou aos cinemas um Che que, como disse Duda Teixeira, “era mais camarada que Jesus Cristo”. A obra acaba antes de o argentino unir-se a Fidel. Porém, Che escreveu outros diários, fez discursos e deixou bem registradas as faces que nenhuma camisa estampa: a do fracasso e do assassino.
Há quem pense que Che viveu andando de moto e dando tiro no meio do mato. Mas, em 1959, ele foi escolhido diretor do Banco Nacional cubano e escreveu sobre o proletariado, defendendo o controle e a punição: “O importante é destacar o dever social do trabalhador e castigá-lo economicamente quando não cumprir”.

Che comandou o Departamento e o Ministério da Indústria e trabalhava de uniforme militar, revólver na cintura e pé na mesa. Na época, 80% das exportações do país vinham dos canaviais e os Estados Unidos compravam o açúcar cubano com ágio, ou seja, acima do preço médio mundial. Seu sentimento antiamericano o fez proibir o ágio e tentar diversificar a produção. Resultado: crise que se estendeu aos mais diversos setores. Em menos de dois anos após a revolução já faltava arroz, feijão, óleo, carnes, ovos e até pasta de dente na ilha.

José Illan, ex-vice-ministro de Finanças de Cuba e ex-camarada, resumiu: “Che era um médico que tinha a presunção de saber tudo, mas não era minimamente preparado para os cargos aos quais foi nomeado”. Mas justiça seja feita: quando comandou o presídio do Forte de La Cabaña, nosso falso herói explorou suas habilidades!

Os casos de assassinatos e torturas envolvendo Che são surpreendentes. Segundo o Projeto Verdade e Memória, da organização Arquivo Cuba, foram 144 mortes em apenas dois anos. Veja como Che era sensível: “Atacarei as barricadas, banharei minha arma de sangue e, louco de fúria, cortarei a garganta de qualquer inimigo que me cair nas mãos. Sinto minhas narinas dilatadas pelo cheiro acre da pólvora e do sangue do inimigo morto”.

O presídio de La Cabaña foi seu grande palco. Segundo a Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH), que também investiga os crimes dos militares na América, “166 cubanos civis e militares foram executados e submetidos aos processos de extração de sangue a uma média de 3 litros por pessoa”. No relatório de 1967, a CIDH afirma que “este sangue é objeto de venda no Vietcongue comunista por 50 dólares o litro”.

Já José Vilasuso, que atuou no Tribunal Revolucionário, aponta detalhes dos fuzilamentos. Segundo Vilasuso, Che era simples: “Não demore com os julgamentos. Isso é uma revolução: provas são secundárias”.

Até crianças eram mortas naquele “castelo medieval que abrigava os ecos dos passos das tropas, o ruído dos rifles, as vozes do comando, o ressoar dos tiros, o gemido dos moribundos e os gritos dos oficiais depois dos tiros de misericórdia. Um silêncio macabro que consumia tudo”.

Na ONU, em 1964, Che assumiu os paredões: “Sim, temos fuzilado e seguiremos fazendo isso enquanto for necessário. Nossa luta é uma luta à morte”. Mesmo diante do absurdo, há quem diga que Che apenas “lutava por seus ideais”. Porém, ideal não isenta ninguém de seus crimes. Por acaso existe a modalidade “assassino do bem”?

É intrigante perceber que muitos veem em Che um símbolo dos direitos humanos. Existem centros e escolas com seu nome. Até torcida organizada e escola de samba já o homenagearam. E mais: a foto de Che era comum entre os hippies pacifistas dos anos 60!

De todo modo, as incoerências fazem parte da democracia e são um sinal de que vivemos em liberdade, ao contrário do que Che sonhava. Assim, suas estampas alegram, pois provam que, como disse o jornalista Leandro Narloch, na democracia as pessoas “podem ver filmes ruins, não pentear o cabelo e inclusive errar. Podem até mesmo sair por aí vestindo camiseta com a imagem de um dos assassinos mais patéticos do século 20”.

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